segunda-feira, 17 de maio de 2010

Como testar a polaridade da porta usb?

Sabe aquele querido pen-drive cheio de arquivos insubistituíveis (monografia; fotos do aniversário, do casamento da irmã...)? Imagine se um dia você vai usar um computador que não seja o seu, mas que está com a polaridade invertida e você acaba com ele queimado. Coisa ruim não é?
Podemos evitar isso com um mini teste, basta inserir um pequeno tester ver como anda a portinha e colocar o pen-drive sem medo. Como fazer um deste? E como funciona?
Como já vimos, os leds só funcionam na polaridade correta. Podemos usar desta característica para testar se uma porta usb está invertida ou não.
Já existem no mercado testes de usb pelo valor médio de 10 reais, mas nada se compara a um produto feito por você mesmo não é?
Esse tester pode ser feito com um ou dois leds. No primeiro caso, o led acenderá ou não. No segundo, vai acender uma cor se estiver normal e outra se estiver invertida.
Vamos ao trabalho:
Materiais necessários
*2 Leds (vermelho e verde). aprox. R$: 0,10 cada
*2 Resistores de 390R. aprox. R$: 0,10 cada
*Conector USB com cabo. aprox R$: 3,00 (pode pegar da impresora sem uso, da câmera do teu amigo, do celular da tua avó...)
*Fita isolante, tesoura, ferro de solda e solda claro.
Ao trabalho:
Primeiro separe os fios do cabo usb:
Observe em destaque os terminais de uma porta usb:
De modo universal, o terminal GND é o terra (-) e o vermelho o positivo (+). Já os fios branco e verde são os de transferência de dados (Data).
Solde um resistor em cada led e proteja os terminais de possíveis contatos (preferencialmente no negativo, mas pode ser em qualquer um):
Siga o esquema abaixo:

Repare que a alimentação é de 5V por isso deve-se usar os resistores (já que a tensão de entrada dos leds é mais baixa que isso).
Vai ficar mais ou menos assim:
Lembre-se de soldar os pólos opostos (+) com (-).
Por fim solde o cabo usb nos leds. O fio preto deve ser soldado na "perninha" negativa do led verde ao tempo em que estará na "perninha" positiva do led vermelho. O oposto deve ocorrer com o fio vermelho.
Não esquecendo que a depender da combinação dos fios o tester pode acender o vermelho ou o verde para informar a polaridade da porta.
Depois de pronto, se ficar verde está normal, se ficar vermelho está invertida.
No final das contas você economizou R$5,80 e pode dizer: Fui eu que fiz!
Exemplo de tester com led único:
[DMG 7]

domingo, 16 de maio de 2010

O que são leds?

Vamos conhecer melhor estes pequenos heróis, os diodos emissores de luz ou leds em inglês (Light Emitting Diode).

Quem são eles?

O LED é um diodo semicondutor possuidor de uma junção P-N que quando energizado emite luz visível por isso LED (Diodo Emissor de Luz). Este processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte elétrica de energia é chamado eletroluminescência.

Em qualquer junção P-N polarizada diretamente, dentro da estrutura, próximo à junção, ocorrem recombinações de lacunas e elétrons. Essa recombinação exige que a energia possuída por esses elétrons, que até então era livre, seja liberada, o que ocorre na forma de calor ou fótons de luz.

No silício e no germânio, que são os elementos básicos dos diodos e trnsistores, entre outros componentes eletrônicos, a maior parte da energia é liberada na forma de calor, sendo insignificante a luz emitida (devido à opacidade do material), e os componentes que trabalham com maior capacidade de corrente chegam a precisar de irradiadores de calor (dissipadores) para permitirem que o componente trabalhe em uma temperatura “confortável”.

Já em outros materiais, como o arsenieto de gálio (GaAs) ou o fosfeto de gálio (GaP), o número de fótons de luz emitido é suficiente para constituir fontes de luz bastante eficientes.

Existem alguns modelos de LEDS no mercado, podemos escolher diversos tipos de led, apenas respeitando o fato de cada um possuir sua particularidade. Hoje os leds de alto brilho de 5mm são os mais utilizados em personalização de automóveis, mas existem muitos outros tipos de led e a principal especificação que se deve observar é a intensidade luminosa, medida em milicandelas (mcd). O que são milicandelas? A medida usada para definir a potência (transformação de energia elétrica em luminosidade) dos leds. A maioria dos LEDS disponíveis no mercado nacional é de 15.000mcd ou 20.000mcd, mas existem muitos outros modelos à venda de até 100.000mcd (existem com maior número de milicandelas, mas são caros e difíceis de encontrar).

É de suma importância saber que os leds são sensíveis ao calor. Quando for soldar um destes lembre-se sempre disso e não submeta o teu diodo emissor de luz a altas temperaturas sem que haja a necessidade. O tempo de vida útil dele pode ser reduzido consideravelmente.

Outra questão para se destacar sobre os leds são os ângulos de emissão de luz. Dependendo a cabeça do led ou mesmo por vezes presente a lente deste, temos emissões de 12° até 180°. Quanto maior o ângulo, maior será a área iluminada, mas menor a intensidade da luz no foco (menos luminosidade por cm (menos luminosidade por cm³). Portanto na hora de comprar leds para trocar a iluminação do seu painel ou fazer uma sinaleira nova para seu carro, prefira leds de cabeça chata que apesar de não terem tanta intensidade de luz no foco, espalham bem mais a luz.

Então como é que se acende um LED? Bom, para começar precisamos de um LED, duas pilhas de 1.5 V ligadas em série e uma resistência. O LED é polarizado, isto é, as suas perninhas são eletricamente diferentes e a forma como se liga ao circuito importa; há uma forma correta de ligá-lo e trocar uma perna pela outra não é válido (inclusive pode danificar permanentemente o mesmo). Uma das perninhas chama-se ánodo e liga-se ao lado positivo das pilhas. A outra se chama cátodo e liga-se ao lado negativo. A forma de se identificar o ánodo e o cátodo de um LED é através de pequenos detalhes. O cátodo tem a perninha mais curta e, em alguns LEDs como os redondos também têm um corte na aba.

Esta forma de identificar as pernas do LED funciona bem se tivermos um LED novo ou redondo. Se tivermos, por exemplo, um LED quadrado cujas perninhas já foram cortadas então não temos nenhuma pista, exceto o fato de em sua estrutura interna o led possuir uma diferença no tamanho do catodo que é maior (por motivos funcionais) em caso de dúvida é melhor usar um multímetro que tenha um teste de díodos.

Detalhe do catodo (maior) em destaque:

Por fim, conheça mais alguns tipos de LEDS e suas finalidades. Temos Leds mais básicos (que trabalham na casa dos 2V), os super brilho (que trabalham na casa dos 3V) e os Super Leds, que trabalham em valores diferenciados de voltagem e necessitam normalmente de dissipadores de calor. Nos super brilho temos os Leds Ultravioleta que emitem uma luz (que o olho humano não capta) que ilumina ambientes escuros. Normalmente são usados em conjunto com câmeras de segurança ou filmadoras (visão noturna). Temos também os infravermelhos usados em controles remoto, celulares, etc. Eles também são leds, parecidos com os ultravioletas, que emitem impulsos de luz sincronizada para os receptores (luz em freqüência diferenciada que é interpretado por um processador que faz com que se execute, por exemplo, o comando desligar). Quer ver um exemplo? Pegue o controle da sua TV, aponte para a câmera do seu celular e veja a luz que é emitida. E também não podemos esquecer-nos dos úteis LEDS tricolores que são compostos por uma espécie de “tri-led” interno, geralmente são RGB (Red, Green, Blue: vermelho, verde e azul), onde é possível fazer a combinação de cores e se obter uma nova cor ou ainda usar as cores puras, sem a necessidade da troca do diodo. Isso pode ser controlado por uma mudança na tensão ou por um micro-circuito presente em alguns destes que fazem o seqüenciamento das combinações de cor. Não se esquecendo das modernas TVS led que enchem os olhos dos “filmólatras”.

Lâmpada led com um belo dissipador:

Exemplo de super-led:

Esquema de TV led:

Superproteção

Todos nós queremos que as pessoas que gostamos estejam sempre protegidas.
De uns tempos para cá, a proteção exagerada dos pais para com os filhos aumenta geometricamente. Sempre houveram pais que protegiam os filhos em demasia, mas nos dias de hoje isso se deve à falta de tempo. Os pais atarefados neste mundo capitalista tendem a achar que seus filhos devem estar sempre isolados debaixo de suas asas ou sempre ocupados com atividades exaustivas. Mesmo pais que possuem tempo disponível para os filhos, às vezes gastam boa parte dele com proibições desnecessárias e por vezes muito prejudiciais.
As criancas precisam entrar em contato com o mundo, conhecer os seus problemas e aprender lições que são pessoais e intranferíveis. Claro que de modo adequado.
Existem pais que protegem em demasia e findam por frustar os planos dos pequenos tornando-os mais tarde pessoas frágeis e medrosas. Afinal não foram "treinados" corretamente, apenas proibidos de desenvolverem-se como deviam.
No outro extremo estão os pais que procuram fazer dos filhos o que não foram. Empurram o menino em todo tipo de curso, aulas disso ou daquilo. Por fim "digerem" a infância dos garotos achando que eles já sabem lidar com tudo e todo o tipo de situação.
Pesquisas realizadas com milhares de pais e mães mostraram um menor nível de felicidade nos que tinham um comportamento superprotetor. A energia e o tempo gastos por causa das preocupações os tiravam de outras atividades prazerosas e causavam um nível mais alto de estresse, além de prejudicar aos filhos.
Outro estudo feito com filhos de pais superprotetores revelou que os estes se tornaram pessoas mais inseguras, infelizes e preocupadas.
O meio termo sempre foi bem vindo em casos como este.
Salvemos as crianças deste país.

[DMG 7]

Inclusão digital mais rápida que a educação tradicional


Brincadeira, é que não resisti...
Erros de digitação são legais, já a falta de conhecimento do idioma nativo não é algo engraçado.
O povo brasileiro tem que deixar de ser apenas um país com número considerável de computadores e passar a ser referência em educação... Quando esse dia vai chegar?
Queria eu e muitos outros que este dia não tardasse.
Não somos perfeitos, mas a busca pela perfeição mesmo que esta seja ideal nos enobrece a cada dia.
Tenhamos mais cuidado ao publicar algo...

[DMG 7]

sábado, 15 de maio de 2010

Alguém ainda sabe o que é amor?

Foi-se o tempo em que as pessoas tinha vergonha de expressar seus sentimentos através de frases como "eu te amo". Hoje o que não falta são frases como esta em quase todos os locais. No orkut recadinhos do eu te amo envie para sei lá quantos, nos e-mails ou mesmo "em carne e osso".
Mas o que ocorre? Não é isso uma grande evolução dos tempos de "sombras sociais" para os lindos dias de hoje onde temos coragem de dizer que amamos a centenas de amigos com um e-mail automático ou mesmo um depoimento meloso? A Internet está infestada de mensagens bonitinhas e imagenzinhas fofas todas estas baseadas num tal sentimento chamado amor.
Ao tempo em que milhões de mensagens e imagens do gênero circulam na "grande teia" o sentimento egoísta e anti-social predomina em maior escala que a alcançada pelas "fofuras". É extremamente comum ver frases do tipo: "Sou bom, mas não mexe comigo", "Não toco, humilho", "Não preciso de você" ou "Sou boa e sei disso, não sou igual a você". De onde vem essas frases que contradizem aquelas: "Ame seu semelhante", "Sou humano e você também, portanto, somos iguais"? Do mesmo organismo vivo que descobre a energia para suprir necessidades de uma nação pacificamente e com esta acaba com a vida de milhares ou milhões em segundos.
Afinal onde está esse tal de amor? Talvez num grande caixão amarrado com correntes no fundo do oceano?
Acontece que como humanos somos todos tendenciosos a exercer ações ou mesmo relações de benefício exclusivamente próprio. Se ajudo um colega na escola espero que ele me retribua. Muitas vezes já fazemos algo pensando no futuro: "Ah vou ajudar ele hoje a descarregar este caminhão de batatas porque semana que vem tem prova e ele vai me passar cola".
A troca de favores entre os humanos e muito benéfica e necessária, não há problema algum nisso. Apenas há problema na omissão de ação que não vá beneficiar a sí próprio.
Somos egoítas quase sempre, ou mesmo em tempo integral. Amar alguém que te ama é fácil, muito bom e na verdade uma forma de retribuição. Amar alguém que te odeia aí sim é que é amor incondicional.
Somos todos irmãos, está na hora de parar com filosofias medíocres como a filosofia do "não fui com a tua cara", "Se você não gosta de forró não gosto de você"... Não custa nada resgatar este sentimento tão bonito e necessário.
Está na hora se ser como os animais...
Da próxima vez que enviar uma mensagem ou mesmo falar eu te amo, lembre-se de amar realmente o destinatário.

[DMG 7]

Modem sem interferências


O sinal só vivia na média, mas com a abertura e um bom bombril, fica em recepção máxima quase em tempo integral.
Em breve ele vai ter uma antena omnidirecional mais robusta e funcional.

[DMG 7]

Vixe que abandono é esse??

foto reproduzida da feira municipal de macapa

Pois é, tanto tempo sem postar...
Não pensem que eu havia perdido a senha ou algo do tipo, apenas estava sem tempo mesmo.

-Mas que mentira, dá para postar num minuto, dá para postar no banheiro fazendo as necessidades, dá para postar na lan em qualquer lugar, você que é preguiçoso e doentio!
-Calma, porque tanta raiva?
-Eu amo seu blog e cada dia que passo vendo ele assim tão abandonado eu fico profundamente triste. Clicar em meus favoritos e quando ver teu blog ele estar assim tão estático, sem vida, inerte e pálido me dá uma tristeza enorme.
-Noossa, não pensei que você gostasse tando dele assim!
-Eu não só gosto como o amo!
-Eita poxa! Sendo assim, te prometo hoje: nunca mais vou deixá-lo desatualizado!
-É bom mesmo! Não estou querendo ser presa!
-Como assim?
-Como assim? Mas que cafajeste! Como não entendeu? Assassinato é crime! Se você deixar o blog morrer eu te mato!!
-Eita! Está bem! Está bem! Agora mesmo estarei postando.
-Bom saber, vou só lá ver... Se você não tiver postado... É bom trocar de cidade!

[DMG 7]